terça-feira, maio 17, 2005

 

Sardinha hits the News


Eis algo que tinha esqueci de "postar"..No dia 18 de Abril estiveram em Macau os "G7" Produtores de Vinho Portugueses..As (minhas) Escolhas de Vinho Tinto: Quinta dos Quatro ventos 2001 (Reserva e "normal") e Quinta da Leda..very nice!! No sábado bebi um Quinta do Cabriz Tinto, Reserva 2001, também estava muito bom!

sábado, maio 14, 2005

 

The Batu Caves (Malaysia, part 2)


Domingo, dia 1 de Maio, dia do trabalhador...acordei tarde, refastelei-me no pequeno almoço do Hotel e fui ter com o Tomás à portade entrada do Crowne Plaza.Fomos de carro até o KLCC e apanhámos o metro até uma estação, ao pé do Central Market. Andámos por KL um bocado, passamos por algumas mesquitas, entrámos no Central Market (é uma zona bem engraçada), à porta do qual se concentravam, muitos emigrantes, essencialmente indonésios. Daí fomos até Chinatown, igual em qualquer parte do mundo, caracterizada por ser um bocado porca, mau aspecto e muitas tendinhas vendendo de tudo..nomeadamente DVD/VCD sex,sex,sex, é uma coisa que se houve muito nestes sitios com tendinhas (já em Bangkok era a mesma coisa, nalgumas partes de Silom Road). Daí fomos almoçar um belo McDonald's ao KLCC e partimos depois para as Batu Caves, um templo Hindu dentro de uma caverna gigantesca.Quando iamos a nos aproximar da entrada um tipo começou a gritar a dizer para irmos ter com ele, perguntamos ser era preciso comprar bilhetes e ele disse que sim. Ganda tanga! O tipo, todo simpático, perguntou de onde nós éramos, nós dissemos de Portugal e ele disse Oouh, Cristiano Ronaldo, etc, etc (hoje em dia já ninguem liga ao Figo).O gajo, habilidoso, conseguiu-nos vender uns AudioGuides, para ouvir as explicações sobre o que iamos ver no templo. Começámos a subir os cento e tal degraus em direcção à caverna, quando chegámos perto do topo, decidi dar o que restava do meu côco a uns macacos que andavam para lá, aparentemente ficaram contentes com a oferta. A caverna é impressionante, por cima fica uma zona com muita vegetação. A iluminação é feita com luz natural, pois existem alguns buracos no tecto(ai de quem anda lá em cima e não olha para o chão..se não o fizer, poderá ver Shiva mais rápido do que pensa). Na caverna ainda ouvimos um pouco os AudioGuides, mas estava tanto calor que não houve pachorra.Na descida ainda fomos a outras duas cavernas, com pinturas nas paredes, mas que não valem um ringitt furado. Das Batu Caves regressámos a KL e eu aproveitei ir para o Hotel descansar um pouco. Á noite, fomos jantar a uma cidade (mais bem dizendo, estado) próxima comer saté, uma comida tipica da malásia. São uns espetos de frango e carne, feitos na brasa e com molho especial, à base de chili. O sitio era um tasco enorme, com actuações de Karaoke de fazer inveja ao Zé Cabra. Estava apinhado de gente, mas lá nos sentámos e comemos.Estavam também o irmão da Azwina e a namorada (muito gira por sinal), e a irmã da Azwina com quem tinhamos ido sair na noite anterior.Tudo pessoal muito simpático, a Azwina e a irmã sempre a pegar com o irmão, numa de gozo.Depois do jantar foram me pôr ao Hotel.
Ao chegar ao Hotel, deparei-me com muito movimento e fui espreitar uma sala que eles lá têm, estava muita gente à espera de entrar, uma cena de caridade qualquer contra o cancro..só que não se viam gajas..resumindo e concluindo, era uma festa muito colorida e alegre, se eu já não estava para festas, muito menos fiquei e subi que nem um foguete para o quarto.
O dia seguinte foi basicamente no Shopping..conheci o centro de artesanato, mais um ou outro centro comercial e depois almoçámos Ta Pao (quer dizer take away - é a mesma palavra na Malásia, igual à que se usa na China) que a irmã da Azwina tinha feito, um arroz com chilli, ovo e anchovas, muito tipico da malásia, come-se bem (até repeti, apesar de não ser muito fã de anchovas). De seguida despedi-me da Azwina e o Tomás acompanhou-me de comboio até ao Aeroporto(antes tinhamos passado, inevitavelmente pelo Hard Rock Café de KL), onde sequei durante 4h após a hora a que o vôo deveria ter saído..mais uma vez, pensei estar no universo TAP. Resultado: dormi pouquissimo. Mas valeu imenso a pena ter ido à Malásia, conheci uma cidade fantástica e aproveitei para rever o Tomás..fica a promessa de voltar!Quem sabe para o ano, numa hipotética ida ao Borneo..

 

Destination: Kuala Lumpur, Malásia


Aha, pensavam que eu ia pôr uma foto das Petronas para exemplificar Kuala Lumpur??Pois, resolvi ser rebelde e pus outra: a cidade KL é assim muito verde, organizada, com um contraste aceitável entre novo e antigo.A minha odisseia começou dia 29 de Abril, às 23h da noite, num vôo da Air Asia, uma low cost que opera em Macau e faz vôos directos para KL. A viagem saiu muito barata e aproveitei para ficar num bom hotel, o Crowne Plaza (três noite mais viagem ficou em 250 euros..), muito bem situado na zona do Golden Triangle (onde fica o centro financeiro e a noite de KL). No principio e fim da viagem pensei que a companhia se chamava TAP e não Air Asia,mas depois acordei para a realidade (sequei 1h na ida e 4h na vinda).Á chegada ao aeroporto de KL, às 03h45 AM, comprei um bilhete para táxi (87 Singapore Dollars, dá mais ou menos 18 euros) e depois apanhei o dito cujo, demora quase 1h pela autoestrada(às horas a que cheguei já não havia nem autocarros nem comboio). Já aquela hora fiquei bem impressionado, a estrada era boa e sempre arranjada, jardinada a meio do separador central e aos lados montes de coqueirais. Quando cheguei ao hotel já era perto das 05h AM e eu estava urso de sono..e o gajo da recepção diz-me que a minha reserva estava cancelada por não ter aparecido, comecei a espumar.!!!Ainda para mais que eu avisei que ia chegar dia 30 por volta das o3h am ao aeroporto! Lá reactivaram a reserva e fui descansar. Tinha combinado com o Tomás às 10h30 am à porta do Hotel, por isso dormi (pouco) e desci por volta das 09h45 para tomar pequeno almoço..bem fantástico, muito bom.
O Tomás foi então lá ter com a Azwina (mulher do Tomás) e o Adam (o filho de 2 anos). A Azwina está grávida e nasce uma menina em Julho. Achei-os todos muito bem, fiquei contente por vê-los de novo. Levaram-me a passear um pouco pela cidade, fui à Universidade onde a Azwina dá aulas e o Tomás está a fazer o Doutoramento em Inteligencia Artificial. Fiquei bem impressionado com o Campus, com muito boas condições. Ainda conheci o orientador do Tomás, um tipo interessante e com piada, aparentemente o professor mais bem conceituado na faculdade de IT.Levaram-me depois ver a torre de KL, a quarta maior do mundo, dá para ter uma belíssima perspectiva da cidade. Daí, tive também uma noção do trânsito de KL, apanhamos um ligeiro engarrafamento..e estava um calor infernal, apesar de haver ar condicionado do carro. Fomos então depois para as Petronas Towers e para o Centro Comercial aí existente (KLCC), agora penso que é mais ou menos o centro da cidade. Penso que foi daqui que retiraram a ideia para o Colombo, acheio-o muito parecido (nomeadamente as praças centrais), embora com mais andares.
Tive então a primeira experiencia com comida Malaia, um pouco parecida à Tailandesa, mas muito boa na mesma. Daí demos mais uma volta e ficámos de nos encontrar à noite para ir jantar a um italiano onde eles vão muito. Ao jantar juntou-se uma das irmãs da Azwina e a seguir ao jantar, fomos pôr a Azwina e o Adam a casa. Fomos então sair um pouco à noite, para o Tomás també foi uma estreia em KL, apesar de ele já lá estar há anos (tive eu que ir lá, ehehe), pois tem optado por uma vida mais familiar. A irmã da Azwina levou-nos ao the Beach, um bar apreciado pelos turistas por causa do putedo. O bar é giro, tinha uma banda meio reggae a tocar, mas o ambiente é um bocado pesado. Fomos depois para uma discoteca onde vão muitos chineses, o bar também é giro, parte ao ar livre como o outro, a musica é melhor (mas um pouco retro: até ouvi a Lambada), chama-se Rhum Jungle.O ambiente também é melhor. As entradas são caras, mas as bebidas não são muito.Fomos para casa quando a mesma banda do the Beach apareceu para tocar lá...eu também estava podre! No dia seguinte o Tomás ficou de ir lá ter à mesma hora, para darmos uma volta a pé pela cidade.

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