terça-feira, abril 26, 2005
Hong Kong: As idas à Cidade
O resto do mês de Março e Abril foram passados com muito trabalho, estou agora também na Comissão de Crédito do Banco, o que implica passar também pelo crédito a empresas. Está a ser uma actividade gira, estou a gostar imenso das novas responsabilidades. Entretanto, fui assistir a uma ópera, ou excertos da ópera Carmen, de Bizet, foi bastante bom, pelo menos o côro. Os solistas eram meio porcaria. Fui também 2 fins de semana a Hong Kong: num, fui a Repulse Bay (na foto) e a Stanley, um sitio muito famoso para shopping, mas que eu achei detestável..Repulse Bay, tem uma praia, ainda passa, e está muito perto de Central, por isso dá para ir à praia em 1h30, saindo daqui de Macau. Tem é que se apanhar o autocarro 40 em Causewaybay, há outros autocarros, tipo o 6A que fazem a volta pela estrada antiga, mas penso que isso também vale a pena, mas é mais demorado. O outro passeio foi dado ao Jardim Botânico e Zôo de Hong Kong..no meio de Central tem uma zona verde espectacular, o jardim está muito bem cuidado e existem espécies de animais variadas (principalmente macacos, de todos os géneros e feitios, pássaros e um jaguar). O Jardim vai depois dar à antiga casa do Governador de HK e um pouco mais à frente vai dar ao Parque de HK, que também é um espaço verde agradável. O parque depois desemboca no Pacific Place, um mega centro comercial em Admiralty, ideal para shopping caro (este percurso começa assim: subir as escada rolantes dos mid levels até ao topo, virar à esquerda e depois é só seguir as setas indicando o Jardim Botânico). Como eu tinha que comprar uns livros, aproveitei por lá ir. Duma das vezes aproveitei e fiquei para ir ao cinema (vi o Million Dollar Baby)e na outra fui jantar fora ao Soho e depois fui beber um copo a Lan Kwai Fong, onde encontrei um bar que já me tinham falado, é um bar/restaurante russo, chamado Balalaika, onde existe uma parte que é uma câmara frigorífica. O pessoal entra lá para dentro, dão uns casacos de peles e depois pode-se beber shots de vodka variados (eu fui para o Artic, relembrando as gloriosoas e memoráveis saídas à noite do quarteto JM, Diogo e Dayzes, na Madeira). No ultimo fim de semana de Abril, vou para a Malásia, mais precisamente a Kuala Lumpur, visitar o amigo Tomás Maul..depois faço a reportagem!
quinta-feira, abril 14, 2005
O Mercado Flutuante (Bangkok,Tailandia, parte IX, recta final)
Neste dia acordámos bem cedo para fazer a excursão a um dos mercados flutuantes de Bangkok, sendo este um dos maiores. Ainda fica um bocado longe da cidade, ena viagem até lá, a paisagem não é das melhores. Quando se chega lá, levam-nos primeiro numa viagem pelos canais nuns barcos compridos com motor fora de borda. Bem, acho que já sei onde o George Lucas veio buscar inspiração para alguma das naves da Guerra das Estrelas..os motores parecem meio aliens. O percurso pelos canais é bem giro,os gajos vão mesmo a abrir,e vê-se a casa das pessoa e um bocado de como vivem nesta zona. O mercado, devo dizer, que desiludiu um bocado. É muito para turista ver, apesar de ainda ser verem actividades reais de um mercado, com venda de frutas, verduras e especiarias, a maior parte dos comerciantes vendem os mesmos artigos (artesanato, t-shirts, bijuteria, etc) que se vêem em Bangkok..mas de qualquer forma ainda vale a pena ver. A seguir ao mercado ainda tivemos que aturar um centro de artesanato e uma ida auma Snake Farm (à qual reusámos entrar) e a seguir a isso levaram-nos de volta para a cidade. Ainda tentaram nos levar a uma loja de joias, mas nós dissemos que já tinhamos visto e então convencêmo-los a nos deixarem ao pé da casa de Teka. Lá tivemos a fazer o tour e a ouvir as explicações sobre a vida do Rama V, até foi interessante, apesar de já estar um bocado farto de ouvir falar dos Ramas. Ainda ouve tempo para vermos uma danças thai, foi bem engraçado.A próxima paragem foi então a casa museu do Jim Thompson. O Jim foi um gajo americano que se instalou na Tailandia após a II Grande Guerra e iniciou um negócio de sedas, que ficou muito famoso. Vinham pessoas de todo o mundo comprar artigos nas lojas dele e especialmente as gravatas e as camisas,lenços etc, eram muito afamadas. Por forma a se manter na Tailandaia sem problemas, prometeu ao rei de então nunca levar as suas lojas para fora da Tailandia. Ele desapareceu misteriosamente na Malásia na década de sessenta e nunca mais se ouviu falar dele. Hoje me dia, a casa onde ele viveu é um museu (a casa por sinal é bem gira), e tem uma loja em anexo. A loja é bem cara, mas vale a pena. De seguida fomos ao Hard Rock Cafe comprar umas t-shirts e em seguida, de regresso ao Hotel. Acabámos por jantar lá e ainda fazer um ultimo shopping pela Silom Road. No dia seguinte (sábado) fomos para o aeroporto,onde reencontrámos o Zé Miguel e Ana. As meninas ficaram em bangkok até às 23h (onde aproveitaram para fazer mais um shopping, claro), eu e o Zé regressámos para Macau às 14h.
Templo da Madrugada (Back to Bangkok, Thailand, part VIII)
Na quinta feira chegámos de novo a Bangkok, vindos de Koh Samui e voltámos ao mesmo hotel, o Sofitel Silom. Deixámos a s malas e fomos literalmente a correr para o Palácio Real, que é ainda uma grande estucha...para além do dito palácio tem ainda mais um buda, este todo esmeralda, para além de mais alguns templos. Decidimos depois passear um pouco ali à volta e fomos também dar mais uma volta no rio, a ver se ainda conseguiamos ir à casa museu Jim Thompson. Num dos cais de embarque,estávamos a comprar uns postais e encontrámos uns tugas, de férias em Bangkok. Disseram-nos que o mercado flutuante valia a pena, mas ainda mais o passeio até à ponte do Rio Kwai (onde foi filmado o filme com o mesmo nome), mas isso era um dia inteiro. No dia seguinte ainda queriamos ver a casa de Teka, que é um dos sitios onde o rei Rama V viveu (um dos, e é a maior casa do mundo construída em teka, muito por influencia ocidental. Ao chegarmos ao pé da Casa museu, reparámos numa agencia de viagens e marcámos lá a viagem para o mercado flutuante, para o dia seguinte. Infelizmente a casa museu já estava fechada e já estava a fazer-se tarde, por isso ainda demos uma volta ali nas redondezas nuns centros comerciais e fomos para o hotel descansar, estavamos podres, depois da viagem e de ter estado a andar o dia todo de um lado para outro. Não deu tempo de ir visitar o Templo da Madrugada, que ficava na outra margem do rio (à qual chamam "Little Bangkok"), que por acaso foi um dos sitios que tive pena de não visitar..mas no dia seguinte já tinhamos o dia todo preenchido (por visitar o palácio real, tinhamos direito a visitar a casa de teka).
terça-feira, abril 12, 2005
Eat Sense (Koh Samui, Tailandia, parte VII)
No ultimo dia com o carro decidimos então ir ao Yacht Club Beach. O Zé e a Ana decidiram ficar no hotel deles, então fomos para a dita praia. O carro teria que ser entregue às 14h. A praia era boa, mais isolada e com menos gente, mas Chaweng Beach, particularmente em frente ao Buri é bem melhor. Depois de um bocado a apanhar sol, fomos ao restaurante dos sul africanos onde se vê a pedra do elefante para tomar um sumo.
quarta-feira, abril 06, 2005
Um Buda Gigante, Elefantes, Macacos, Quedas de Água e Pedras Fálicas (Koh Samui, Tailandia, parte VI)
No segundo dia com carro, aproveitámos para acordar bem cedinho (10h) e lá para as 11h, pusémo-nos a caminho das Namwang Waterfalls I e II, antes porém com uma paragem para ver o Grande Buda, que fica ao pé de Bophut Beach (também ao pé do aeroporto). O buda é realmente grande e a vista de lá de cima, espectacular, principalmente num dia sem uma única nuvem.Num dia solarengo como este, subir a escadaria que dá acesso ao templo, descalço, demonstrou ser um verdadeiro acto de fé (e eu não sou budista!). À volta do templo as tradicionais tendinhas que vendiam tudo o que viamos em Chaweng Beach Road com preços com uma inflação de fazer roer de inveja o presidente Lula da Silva (mas tudo se negoceia naquela terra). Dirigimo-nos então finalmente às ditas quedas de àgua, mas tivemos alguns problemas de navegação que nos fizeram revisitar o Ganda Buda mais umas três vezes (com passagens iguais pelo aeroporto). Ao chegarmos ao estacionamento que dão acesso às quedas de àgua, apercebemo-nos que o elephant treking daquele sitio era bem melhor, pois levarnos-iam ao topo das quedas de àgua pelo da igualmente luxuriosa selva. Subimos às NamWang Falls I e são realmente muito bonitas, mas um pouco no género das poças do Ribeiro Bonito, na fantástica Ilha da Madeira. A diferença nota-se somente pela maior quantidade de poças, pela àgua mais quente e pela vegetação tropical. Continuamos a subir em direcção às NamWang II, só que o caminho era ingreme e escorregadio, e mais uma vez o factor havaiana foi determinante para que a certa altura eu e a Guida voltássemos para trás. O Zé Miguel e Ana continuaram mas ainda andaram perdidos pela selva um bocado (desistimos quando tinhamos que atravessar uma rocha que aparentava um pequeno precipício e nem sabiamos onde aquilo ia dar), mas aparentemente vale mesmo a pena, pois lá em cima, para além da bela queda de àgua existe uma lagoa onde dá para nadar (tal qual lagoa do vento, na fabulosa Ilha da Madeira). Acabámos por ainda tomar banho nas poças da queda de àgua nr 1 e depois quando voltámos para o estacionamento à espera dos nossos amigos, ficámos a beber qualquer coisa num bar. A atracção desse pequeno bar, era um macaquinho que se agarrava às miudas e não as largava (muito esperto, já de pequenino), foi um custo!
terça-feira, abril 05, 2005
Gigantic DUMBOS!!! (Koh Samui, Tailandia, parte V)
No sábado decidimos então alugar um jipe. Fui com o Zé Miguel enquanto as nossas respectivas se divertiam no shopping. Galgámos alguns quilómetros até encontrar uma agencia que alugava jipes. Escolhemos (muito por minha influencia) um jipe a caír de podre, branco com ar encanado e descapotável e assentos cabeda preto, tudo o que se quer numa ilha até essa altura com um calor brutal, sol abrasador, etc. O Zé Miguel guiou primeiro, pois está mais habituado a guiar com volante do lado direito. O preço do jipe foi razoávelmente barato e depois apanhámos as miudas no Chaweng Buri (nosso hotel) e fomos começar, por volta das 14h, dar uma volta à ilha. Munidos de um mapa, resolvemos ir directos às primeiras quedas de àgua no meio da selva que encontrámos. pelo caminho iamos passando por diversos vilarejos, resorts e praias, muitas delas com bom aspecto. Decidimos parar para almoçar numa tasca já no começo da selva, à beira estrada..Não foi muito mau, comemos uns hamburgueres e eu depois comecei a guiar. Enfim, não vou comentar essa experiencia inicial, mas não foi assim tão má. Ao subirmos na estrada passámos por um sitio onde faziam elephant treking. Resolvemos experimentar. O nosso elefante adorava comer, por isso fartámo-nos de esperar. O bicho é meio mal-cheiroso, mas bem amigável. Foi muito giro. No fim tivemos direito a lhe dar umas canas de açucar.Havia também para lá um macaco a fazer macaquices, mas era um bocado agressivo. Resolvemos continuar para as quedas de àgua. Quando lá chegámos iniciamos um trilho pelo meio da selva, a nossa unica orientação era uma corda..ainda tivemos que fazer um bocado de alpinismo, calçados com havaianas,que dão sempre jeito para esse tipo de actividade. Por algumas vezes ainda pensámos que nos tinhamos perdido, mas lá encontramos as ditas quedas de àgua que foram meia desilusão. O melhor do trilho foi avistar uma colmeia gigante.Ainda pensámos ir às quedas de àgua mais altas, mas aconselharam-nos a fazer isso com mais tempo, pois já era tarde e o sol começava a se pôr. Decidimos continuar a nossa road trip e parámos numa esplanada, que era o antigo bar Harley Davison em Nathon Beach, onde se apanha o ferry para o mainland.Petiscamos uns camarões e umas cervejolas e a disfrutar do pôr do sol. À nossa frente, praia e mar..fantástico! Depois, regressámos ao hotel. O restaurante da noite foi muito bom. De momento não me recordo do nome, mas era numa perpendicular à estrada principal de Chaweng Beach, mais ao pé do Chaweng Beach Hotel onde estavam o Zé e a Ana. Era um restaurante thai, onde se comia muito bem, mas já era um bocado mais caro.
Beaching like lagartixas (Koh Samui, Tailandia - parte IV)
Decidimos alugar um carro para dar umas voltas pela ilha, mas só o fizemos no sábado seguinte (chegámos numa quarta). Até lá davamos alguns passeios pela praia de Chaweng, às vezes almoçávamos no hotel outras noutros restaurantes pela praia, que ainda tem uma dimensão considerável.Grande parte do tempo ficávamos simplesmente a apanhar sol, a ir ao mar..a fazer mesmo praia.
segunda-feira, abril 04, 2005
Koh Samui (Tailandia, parte III)
Koh Samui é uma ilha que fica no Golfo da Tailandia, por isso não foi afectada pelo Tsunami. Ficou famosa durante os anos 70 por albergar comunidades hippies ocidentais, ainda há alguns vestgios disso! Hoje em dia é uma ilha totalmente direccionada para o turismo, acho até que se vêem mais ocidentais do que thais. Tem imensas praias (http://samui.sawadee.com/) , todas elas preenchidas com resorts de maiores ou menores categoria.Mas digo-vos que vale apena investir na categoria. O aeroporto de Koh Samui é espectacular: todo ao ar livre, os espaços de check in, recolha de bagagens e salas de embarque e bar, não têm paredes e estão cobertas por um telhado de palha. Tivemos a sorte do pai do Zé Miguel estar lá de férias também e deu-nos boleia para o Hotel. O trajecto até Chaweng Beach, a principal e melhor praia de Koh Samui, é bastante agradável ao princípio, vêem-se montes de vegetação, palmeiras e o mar transparente, azul, verde-esmeralda, praias ameral fina, enfim, paradise. Quando se entra na rua que dá acesso a Chaweng Beach, é o reverso da medalha: trânsito caótico, mau cheiro (não existe sistema de esgotos eficiente,é tudo muito à base de fossas sépticas).Mas, chegando ao nosso resort, o Chaweng Buri Resort (http://www.chawengburi.com/), essa má imagem fica para trás. A foto é a do nosso bungalow, que por fora é espectacular. Por dentro, tem algumas falhas, pequenos detalhes que se fosse arranjados tornava o quarto fabuloso, e não era preciso gastar muito dinheiro, nomeadamente: encastrar o cofre, que estava à mostra; dar uma pintura; encastrar melhor o frigorifico (está com a porta do frigorífico à mostra); pôr uma loiça decente (as chávenas, copos e pratos pareciam ter sido comprados numa loja dos 300) ainda por cima a tailandia tem loiças espectaculares e baratas;e arranjar as torneiras da casa de banho;outra coisa só...insonorizar o ar condicionado dos outros quartos, que faziam uma barulheira. Todos estes factores fizeram que reclamássemos uma mudança de quarto..mas quando vimos a alternativa, o nosso era bem melhor todos esses pormenores diluiram-se, porque a envolvencia dos jardins (é tipo selva, mas bem arranjada) e o serviço do hotel eram espectaculares.A mobilia do quarto, toda em bambu, era gira.
A praia ficava a 1 minuto e muito bem organizada com as espreguiçadeiras bem alinhadas. O pequeno almoço era muito bom e durante o tempo que estivemos lá melhraram a sala de refeições, que é junto à praia e também não tem paredes, tal como a recepção. O Spa parece impecável, mas era um balurdio. A piscina e bar da piscina eram bem bons, e ficavam também rente à praia.
Demos uma volta e vimos muitos outros resorts em Chaweg Beach, e digo-vos, o nosso era o melhor..apesar de não ser o mais caro (havia outros bem mais caros..o nosso era preço médio pró baixo). No dia da chegada fomos ainda à praia e à noite fomos jantar a uma tasquinha thai recomendada pelo pai do Zé Miguel, juntamente com o Zé e a Ana, onde comemos caril muito bom e baratíssimo..Após o jantar, existem muitas tendas e lojas na rua principal de Chaweng Beach, um pouco à semelhança de Silom Road em Bangkok..por isso, iniciou-se o tradicional shopping logo na primeira noite.
domingo, abril 03, 2005
Budas, budas, budas, budas e mais budas..ah esqueci-me ainda de mais budas ainda! (Bangkok, Tailandia - part II)
No segundo dia em Bangkok decidimo-nos por um trajecto mais cultural e fomos numa excursão fazer a ronda dos Budas mais importantes.Começámos pelo Buda de Ouro..Fica num templo ao pé da Chinatown lá do sitio, e é um buda de dimensões razoáveis em ouro maciço. Na mesma sala existem ainda mais uns budazitos pequeninos, também em ouro. Depois desse, fomos para o buda deitado (o que aparece na foto) que é gigantesco, ocupa uma àrea enorme dentro de um templo, estando as plantas dos pés cheias de inscrições. Num dos lados do templo, que é me forma de rectangulo existem potes alinhados ao longo do buda, onde se deve deitar uma moedinha em cada pote (supostamente dará felicidade, sorte, esse tipo de coisas)..Claro que não resistimos em participar, mas é um bocado maçador. Dentro do mesmo complexo budistico, para além das centenas de budas por baixo dos quais estão as cinzas de muitos budistas (servem de mausoléus), existe também um buda em pé, adornado em dourado. Em relação aos budas que servem de mausoléo para as cinzas, quanto mais estes estiverem reluzentes e restaurados, significa que a pessoa que ali está era uma pessoa rica e contribuiu para o restauro do buda.Ainda nos levaram depois dos budas a uma megaloja de joias, com o intuito de nos fazer comprar alguma coisa (pelos vistos não sabiam com quem estavam a lidar eheheheh).É uma espécie de loja de uma companhia estatal que produz pedras preciosas, e depois faz as respectivas joias. Após a excursão decidimos dar uma volta no rio e fomos parar a um enorme descampado atrás do palácio real, onde os thais de bangkok se divertem a lançar papagaios (ao que parece, cada vez que se levanta um pouco de vento eles acorrem aos magotes para isso, é uma espécie de desporto nacional). Após andar uns bons quilómetros voltamos ao hotel para descansar, antes do jantar. Jantar esse que foi num italiano ao pé do hotel, não foi lá nada de especial.Mas a vantagem é que ficava igualmente na rua das tendinhas para fazer o shopping. Percorremos quilómetros, mais uma vez, a fazer compras, onde eles vendem sobretudo artesanato, roupas, DVD's, CD's (há lá uma parte onde estão sempre a impingir DVD's porno). A certa altura, com alguma scompras feitas, decidimos ir a um bar que mais uma vez nos tinha sido recomendado. É numa zona ainda afastada de Silom, fomos para lá de taxi. O bar chama-se Superbed.. e é um espectáculo. Por fora tem a forma de um cilindro suspenso por umas estacas, todo pintado de branco. Entra-se, do lado esquerdo existe uma sala com ambiente chill out, musica lounge e house, e decorado com camas, almofadas e sofás para o pessoal relaxar..é assim um lado mais calmo. Do outro lado, o ambiente esgroviado.Música hip hop, soul. R&B,enfim, tudo o que é moda, aos altos berros. Está dividido em 2 andares com uma pista de dança e vários bares e uma decoração meia futurista.Ficámos lá até fechar (que foi cerca da 01h da manhã, altura em que a maior parte dos bares e discotecas fecham) e depois voltámos para o Hotel, pois no dia seguinte seguiamos para Koh Samui às 10ham.